
Tudo termina. Tudo. Parece óbvio, mas nós insistimos, teimamos, relutamos para aceitar o fim. Eu sou - ou fui - uma dessas pessoas, bobas ou esperançosas, que preferem acreditar que "comigo será diferente". Hoje estou mais conformada. Há um fim para tudo. E, aceitando essa inevitável realidade, tudo se torna menos, bem menos, bem menos, (...), nada doloroso. É aproveitar os momentos que se tem. Acredito agora, com o coração tranquilo, que tudo tem seu próprio tempo, as coisas duram o que devem durar. Não que seja fácil entender isso. E não que eu entenda facilmente... Mas busco fazer apenas o que me cabe: aceitar. A consciência (e quis dizer ao longo de todo esse texto a consciência PRÉVIA do fim) nos proporciona a consciência do poder que temos AGORA!
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