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domingo, 21 de agosto de 2011

Eu tenho,e você????


Somos meros mortais. Morremos ao menor toque, desistimos fronte a montanha mais baixa, esquecemos de alguém pelo erro mais insignificante, perdemos quem amamos pelos motivos mais tolos, mas mesmo assim, insistimos em manter intacta a esperança. Por mais fraca que seja a intensidade dela em nós, por maior que sejam os motivos contra.
Guardamo-na para usar nos momentos difíceis; nos momentos em que é quase impossível acreditar que iremos alcançar a vitória; nas piores decepções, nas frustrações, nas escolhas erradas, nos naufrágios ou nas tormentas.
Usamos a esperança nos tempos bons também. Nas vitórias, nos momentos de felicidade, nos milagres que testemunhamos, nas manhãs de sol, nos abraços que compartilhamos, no perdão que damos e nos sonhos que alcançamos.
Uma palavra tão pequena e tão simples: “esperança”.
Mas esperar o que? Aquilo que se deseja? Confiar em quem ou no que? Ter fé em conseguir aquilo por que lutamos? Sim, isso é ter esperança. Mas então, eu pergunto: como ter esperança com o mundo dessa maneira? Com tanta maldade, injustiça, desigualdade e preconceito presente nas ações ou sentimentos de algumas pessoas. Como ter esperança com tanta gente sofrendo?
E respondo com outra pergunta: como não ter esperança quando olhamos para o sorriso de quem amamos? Ou quando recebemos um beijo ou outra demonstração de afeto de uma criança? Como não esperar ou confiar em um futuro melhor quando vemos que, apesar de ainda soarem baixas, as vozes que lutam contra as injustiças e sofrimentos estão aumentando?
Eu me permito ter esperança porque a cada dia a intensidade da minha voz aumenta, principalmente quando grito contra um preconceito ou maldade.

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