
Um grande amor nunca se fez sem entrega, e se não há entrega, então é porque não há amor.
Nascemos todos para amar, mas demoramos muitos anos a aprender que amar nem sempre é um verbo recíproco. Se essa fosse a primeira coisa a descobrir, viveriamos o amor de uma forma muito mais justa e serena.
O amor platónico é um amor egoista e estéril e devia ser proibido. Só aceito o amor platónico quando já não existe forma nenhuma de o viver de outra forma. E só há uma impossibilidade real na vida, chama-se morte, é sempre inevitável, quase sempre inesperada e infelizmente irreversível.
Mas enquanto estamos vivos, é preciso saber viver o amor, esquecer mágoas e matar inseguranças e acreditar que vale a pena amar alguém, que vale a pena partilhar o nosso amor, mesmo que quem o recebe não saiba abrir as mãos para o agarrar.
Se os homens sentissem mais e pensassem menos, talvez Platão se tivesse ocupado com outras teorias mais produtivas. Ou talvez não. Afinal de contas, não era mulher.
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