Não!
Não sou eu a má da fita.
Não, não sou má pessoa.
Não, não sou má amiga.
Simplesmente, sou verdadeira demais e não consigo fingir o que não sinto, o que não quero, o que não consigo.
Posso ser a pessoa mais tolerante e mais compreensiva do mundo, mas também tenho o meu orgulho, também tenho a minha personalidade, os meus valores e princípios.
Não peço que concordem e que os compreendam, mas que os respeitem e aceitem.
E quando algo não vale a pena, mais vale a pena seguir, manter a nossa personalidade e acima de tudo ser sempre verdadeira e enfrentar as situações de frente e não fingir o que não sentimos.
Não sou perfeita e nem aspiro a ser. Para mim o fato de ser verdadeira e ter a minha consciência sempre tranquila já me faz levantar todos os dias e ter um sorriso para dar.
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