
Dizem que tudo o que acontece é culpa do acaso, mas, o acaso não passa de um encontro do nada com o futuro, e o que acontece é direcionado ao destino. Mas a esta altura do campeonato o drama é envolvente, e, é o resultado casual que bate exatamente no calor da emoção, é um pensamento duvidoso de verdadeiras metamorfoses exuberantes de quase bom. Digo com ênfase, tudo o que de certa forma envolve uma loucura saudável, e que na maioria das vezes, não passa de um esboço sem censura. E sinceramente, não vejo o porquê desperdiçar a a leve presença de um dia de pequena solidão. Afinal, estar rodeado de pessoas vinte e quatro horas ao dia, pode causar uma certa demência classificada como ignorância mal curada.
E o silêncio aparentemente é meu companheiro agora, mas...basta apenas um curto tempo em profundo silêncio , para que alguém venha questionar a falta do som de minha voz, e então, um fato curioso confunde o meu pensar, pois quando entrego-me inteiramente dando a minha opinião em alto e bom som, sou questionada mais uma vez, exatamente por a mesma pessoa. E a mesma, neste exato momento muda de expressão, e sua imagem é somada a suas palavras que agregam um ar de anti compreensão, sugerindo o meu estado neutro de ser.
Mas ser neutro repetivamente é reproduzir as falhas de um dia qualquer, e agora eu quero derrubar as leis do politicamente correto, até que o suave som dos acordes de um violão chegue até os meus ouvidos. Então me entrego novamente, e alivia - me saber que nada é exato exceto uma conta matemática, que muitas vezes acaba sem ter chegado ao extremo fim. E os números? Há, os números são como estrelas que enfeitam o infinito do nunca saber se o exato é o que eu alcancei.
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