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quarta-feira, 14 de março de 2012

Mãos a obra


Não sei. Não entendo. Desconheço. Como começar assim sem saber o que será das próximas linhas? Como continuar na mesma estrada sem entender a realidade de cada coisa? Como fazer tais perguntas se desconheço todas as possibilidades de respostas? Pode ser simples, mas aqui dentro habita uma complexidade e uma confusão sem remédio, pelo menos nesse segundo, que é passageiro.

Tenho um lado racional que repete o tempo todo: não queira o que não é seguro, não queira. Também tenho um lado bobo que diz: deixa rolar, deixa. Tenho vários lados. Bem, quero dizer que na minha cabeça existem muitos zum-zum-zuns. Domá-los é mais difícil do que se pensa. Escolher qual levar a sério, mais ainda.
É certo que posso me segurar em Deus, que tudo sabe. Posso também me escorar no tempo, que tudo revela. Eu posso muita coisa. Pensando assim, talvez eu esteja enganada, em meio a essa confusão devo sim saber de alguma coisa.

Descobri nas entrelinhas que a vida é muito mais. O que ela me reserva vai além, bem além de tudo que minha mente limita enxergar. Afinal de contas há sempre um ponto de luz à espera. E mesmo carregando algumas interrogações, é pra lá que eu vou. Quem sabe assim as coisas ficam mais claras e eu possa pegar uma estrada mais segura. Quem sabe.

Poderá me custar algumas lágrimas, falta de apetite e umas noites sem dormir. Ainda assim será melhor do que uma vida inteira cheia de arrependimentos com o peso de uma mal escolha. Abro mão do que for preciso e do que acho que preciso, só para me ver feliz. Custe o que custar.

5 comentários:

  1. Oi, Anna, bom dia!!
    Texto bastante interessante! Nossa mente é bastante complexa mesmo. Tanto, que às vezes tratamos respostas claras – como algumas que estão no texto – como se fossem dúvidas; e, já tendo na verdade já nos encaminhado, nós o fazemos nos perguntado: “para onde me encaminharei?” Há uma enormidade de escolhas diárias por fazer, e é mesmo impossível não errar em algumas. Um dos segredos da felicidade é a capacidade de estar dentro do passo que damos, concentrados nele, tendo a sensibilidade de ser tocados pelo bem, e sendo maleáveis para mudar o curso se o bem se afastou de nós...
    Um abraço carinhoso
    Leo

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  2. Tenho me feitos essas mesmas perguntas. E sei que não é fácil. Não é. Mas concordo que temos que temos que seguir. Um passo de cada vez. Aos pouquinhos.
    Adorei seu texto e seu blog. Beijinhos.Lara Reis

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  3. Eu sou daquelas que deixam a vida levar... penso sempre no agora, nunca de como será no futuro. Afinal, este depende do agora. Então que trilhemos AGORA o caminho que nos faz mais felizes.

    beijos!
    Nina

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  4. Muito sábio seu texto. O mundo dá voltas e a gente não fica no mesmo lugar. A gente muda. A gente aprende. começa a ver o mundo e as pessoas com olhos espirituais. Aprende que nossa felicidade está dentro de nós. Temos que ser prioridade sempre. O amor próprio garante que não coloquemos nossa felicidade nas mãos de terceiros. Ou achar que dependemos de alguém para ser feliz. Ninguém senão Deus. E nós mesmas. Sua felicidade depende das suas escolhas. Das suas permissões. Qualquer situação, relação ou assunto tem valor até chegar em você. Daí ela não passa. Vc deve ser o centro de tudo. O mais importante. O mais feliz. O que te entristece, o que te coloca pra baixo, o que te diminui, não pode ser tão bom assim.
    Bjs da Jooi.

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  5. Oii, primeira visitinha por aqui o/
    Adorei seu blog! Muito fofo...
    Estarei comentando seus post!
    Ana Elisa

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