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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Longe da perfeição


Estou bem longe de ser o personagem principal de algum filme hollywoodiano. Aquele que é irritantemente perfeito, que faz tudo direitinho e que é sempre bonzinho. Todos o amam e ele está sempre lindo, feliz e com um sorriso nos lábios. Definitivamente, não tenho essa pretensão. Embora, existam momentos em que muitas coisas que eu insisti em deixar para tráz me fazem falta... até um pouco de falsidade, de futilidade e de sorrisos falsos. Vida sintética. Felicidade sintética. Uma boneca de plástico com um sorriso postiço rodeado de pessoas tão plásticas quanto. Uma vida de aparências. Às vezes todas as minhas "teorias" vão por água a baixo... até mesmo as minhas convicções sobre o que eu não queria mais pra mim. Que a minha vida podia ser bonitinha e direitinha. Acho que isso não existe. Das duas, uma: ou a sua vida é direitinha ou a sua vida é legal. Escolhi a segunda opção. E duvido muito que alguém me faça pensar diferente. Me vejo diferente, esquisita, estranhamente inquieta. Acho que acordei para algumas coisas que estavam adormecidas. Valores, princípios e um cuidado a mais por mim. Na verdade, existem coisas que são minhas, só minhas. Tão minhas que me agarro com elas até que tudo ganhe o sentido que eu preciso. É um estranho fluxo de pensamento. Um despertar. Uma quase certeza que a minha história ainda tem algo a me contar. Eu sei que tem.

Não quero mais a mesmice, o comodismo e o que ainda é dúvida. Não aceito uma realidade que não seja pelo menos um traço do que eu desejo. Quero os meu sonhos de mãos dadas com o acaso, e que eles me levem aonde eu devo chegar. Não tenho pressa. O que vem depois, não se explica, simplesmente acontece.

O segredo é que eu vou começar a respeitar as minhas vontades, vou correr os riscos que tanto a minha alma insiste. Eu me rendo, eu me enfrento. Quem sabe numa manhã dessas eu acorde distraída e o medo vire coragem. Quem sabe. Quero mais é ousadia. Quando o vento tiver ao meu favor, pegarei carona com ele. Vou saber para onde ir e o que levar comigo. Já que a vida sempre reserva surpresas, digo sim para elas. Deixo rolar.

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