
Insistir até quando não se é mais permitido.
E você vai lá, tenta só mais uma vez...não custa nada, não é?
Só mais uma ligação, só mais uma olhada...só mais uma injeção de esperança.
No fundo você sabe, no fundo já se é conhecido o final.
O fim dos trilhos está lá, claro, límpido, cruel...você pega uma fita e venda os olhos, prefere não enxergar o final iminente.
O amor é cego, lógico que é...principalmente quando forçamos a cegueira.
Você já sabe qual o resultado, qual o desfecho do conto...mas parece quem alguma coisa formiga dentro de você dizendo:
-Ah, o que é que custa? Vai que dá certo.
E mesmo que você já tenha passado e repassado por situações semelhantes um bilhão de vezes, você insiste, persiste.
Caminha de olhos fechados por um caminho já conhecido que te leva sempre ao mesmo ponto...o precipício.
Fazemos das muralhas que nos impedem de seguir pequenas cercas de madeira...remoldamos e fantasiamos os defeitos e os problemas...vemos então apenas o que nos é agradável aos olhos.
E você sonha, projeta, idealiza...iludi-se!
O que se era esperado acontece, o precipício chega, e o final trágico te abre os braços mais uma vez...
Foi apenas um sonho...um sonho real munido da certeza de que chegaria a hora de acordar!
"esse sentimento quase infantil" pode te levar a perder bons momentos, Carpen Diem, pois o sofrimento virá novamente em grandes ou pequenas doses, mas cabe a você escolher colher e guardar o que vale a pena!
ResponderEliminarbeijos/João dos Santos
eu não consigo ter essa frieza, minha intensidade não permite.
ResponderEliminarsonho, fantasio, vivo intensamente cada segundo, os segundos reais e os imaginários, me machuco, sofro, e logo logo to sonhando de novo...
=Lara
Se você descobrir como controlar a imaginação me ensina, por favor! Hehhee
ResponderEliminarBeijo das Desatinadas!