
Às vezes é preciso mudar o que parece não ter solução,
jogar tudo fora para voltar a construir do zero,
bater com a porta e apanhar o último trem
no derradeiro momento e sem olhar para trás,
abrir a janela e jogar tudo fora,
queimar cartas e fotografias,
apagar a memória sem medo de a perder para sempre,
esquecer tudo, cada momento, cada minuto,
cada passo e cada palavra,
cada promessa e cada desilusão,
atirar com tudo para dentro de uma gaveta
e jogar a chave fora,
ou então pedir a alguém que guarde tudo num cofre e que a seguir esqueça o segredo.
Mas o mais difícil é que conseguir fechar essa gaveta definitivamente!
AI!!!
ResponderEliminarComo queria fazer isso. Poder recomeçar e tirar da minha vida não só lembranças ruins, mas pessoas que insistem em mentir e causar toda essa dor que as vezes transborda.
Adorei o post!!!Edite
Que post, tão... esta tão "lindo" ( não sei posso usar esta palavra, para descrever este texto) e esta tão profundo..
ResponderEliminarjokas
Maria Alice
Amiga, depois volto e leio teu post, juro!!!
ResponderEliminarSó vim correndo o mais que eu pude rss (23:36) para te dizer o quanto és especial, amo ter te conhecido e estar aqui, sendo tua amiga!
Me orgulho de ter teu carinho!
Lu ;)
Não consigo. Não consigo, pronto ! Guardo tudo. Bilhetes de uma visita ao museu, cartão do restaurante de Londres onde fui dias antes de fechar definitivamente, comprado para outra coisa, as recordações do queijo Cheddar com Porto noutro, o cheiro da papelaria em Lisboa, o chiar dos rodados do elétrico (bonde) 18 quando eu a do Terreiro do Paço para a Agronomia ou o 28 quando ia para a Graça.
ResponderEliminarOs sorrisos, as palavras, o SENTIR de e COM pessoas, os meus e os delas.
Sim, seria bom pder arquivar mas não consigo. O me cofre é um saco, um saco onde vou juntando mais. Acho que isso é por ter medo de 'não ter passado".