
Acabo de chegar a casa e de me deliciar com um pequeno brigadeiro.
Enquanto escrevo este texto, percebo que para quem esperava pelo (in)esperado, digamos que tal espera se revelou, não só infrutífera, como também irrelevante.
A "culpa" pode ter sido dos Amarulas, pode ter sido da música, da dança (que se não fossem os sapatos novos teria sido com certeza mais...), ou então não!
A verdade é que, há precisamente 24 horas atrás o meu sono era interrompido por dores agudas de alma, por sensações de perda, por lágrimas atrevidas de um quase desespero... e o que dantes demorava dias, semanas e até meses para acalmar, hoje percebo que não passa de algo (não sei que nome lhe dar) com o qual vivo com alguma tranquilidade.
Talvez o tempo seja mesmo o melhor conselheiro, ou um bom remédio que nos vai anestesiando as dores, até chegarmos a um ponto em que perdemos a sensibilidade... não sei...
De qualquer forma, uma coisa é certa: as feridas podem até ser curadas, mas a cicatriz fica lá para sempre... Podemos disfarçá-la com um pouco de sol, tapá-la com qualquer coisa, mas nada disso fará com que desapareça! Resta-nos aprender a viver com ela e esperar, sem desesperar, por mais uma noite como a de hoje... :)
Sem comentários:
Enviar um comentário
Obrigada pela visita,volte sempre que puder, vou adorar revê-la (o).