
Vem do nada sem pedir licença, vem me visitar mais uma vez, como se eu tivesse razões para tal…És tu?A gota que teima em cair…a voz tremida não me deixa falar, são as saudades?
Mas como?
Não sei explicar, é um misto de sensações que me angustiam no peito, sobem até à garganta e me dão um nó nas cordas vocais e me impedem de falar…Não só de tristezas se chora, por vezes de saudades também…A lágrima cai, cai e vai lavando a face, enquanto isso vou recordando os momentos vividos.Como já alguém o disse e a cantar: “As coisas vulgares que há na vida, não deixam saudade, só as lembranças que doem ou fazem sorrir…”
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