
Olá…
É sempre um começo
Ou um reencontro
É estar disposta a começar de novo
É não ficar sentada no conforto da vida
Preenchida por linhas já escritas
Olá…
Por mais passageiro que seja
Cheios de silêncios
Eu fico assim quieta
E aguardo…
Olá..
E sempre quando menos se espera
Há uma campainha prestes a tocar
Ao menor sinal do vento
Eu fico assim calada
Espero, tudo tem um tempo certo
Até para dizer..
Olá …
Tenho um sorriso ao canto da boca que se forma antes mesmo que tua página abra, tanta é a certeza de que meus olhos também vão imediatamente sorrir de surpresa vestida do belo por cá.
ResponderEliminarAs imagens que acolhes, o modo como decoras, e as palavras que ao lermos, não sabemos ao certo se é poema ou composição sinfônica, tanta a melodia que nos fazes sentir em tuas descrições.
Parabenizo-te por fazer desta "casa" um lar-jardim-galeria de arte e aconchego de beleza.
Beijos Edite
Essa bateu na trave, a não ser pelo ultimo parágrafo, daí machucou!
ResponderEliminarOlhando pela sua ótica e interpretando pela minha, encontrei ingredientes indigestos como “tempo”, “comodismo” e uma brusca sensação de que você está sendo absorvida pelo marasmo. Por favor, não se deixe “crescer” e saia correndo dessa sala de espera porque muita gente precisa do seu talento navegando e não ancorado.
O Forasteiro